sexta-feira, 31 de julho de 2009

Vera Alice

E então que Vera Alice achou que estava tudo confuso demais. Muito barulho, muita imagem, muito tudo. A janela do quarto, por maior que fosse, lhe parecia tão pequena que o ar não entrava. E ela sentia falta de ar a todo momento.
Se questinou o que queria fazer.
- Acho que nada, por equanto.
E sentou na beiradinha da cama, como quem não sabe de deita de novo ou se levanta. E viu que tudo continuava muito confuso.
- Não consigo entender por ajo dessa forma.
E levantou. Andou de um lado para o outro e de repente descobriu que ela sim, que sempre se dizia boa, havia julgado quem ela mais amava. E julgou por toda a vida, por isso saiu de casa.
- Será que foi por isso?
Já não sabia ao certo, a única certeza era que o seu julgamento lhe estava sendo jogado na cara naquele momento. E se sentia mal com isso, ligeiramente melancólica, dolorida. Sentou de novo na beiradinha da cama. Sentiu um vazio como nunca havia sentido igual. Deitou-se rapidamente e assim viu que, do lado de dentro de si, batia um coração.
Só pedia naquele momento que ninguém a julgasse como julgou os outros. Queria entender o que havia de errado com ela.
- Nada - lhe explicou uma amiga - não há nada de errado com você. As escolhas dos outros é que estão sendo outras.
Respirou aliviada. O choro estava lhe acalmando a alma...

Sem Diploma

Lula chama de 'imbecis' e 'ignorantes' críticos do Bolsa Família Ele criticou quem diz que programa deixa 'as pessoas preguiçosas'. Presidente discursou em cerimônia de formandos em Belo Horizonte.
Em discurso durante a cerimônia de formatura do Planseq (programa de qualificação dos beneficiários do Bolsa Família) nesta sexta-feira (31), em Belo Horizonte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou de “imbecil” e “ignorante” os críticos ao programa. “Ainda tem gente que critica o Bolsa Família. Eu acho normal. Eu atingi uma idade que eu não tenho mais o direito de me ofender com essas coisas. Alguns dizem assim: o Bolsa Família é uma esmola, é assistencialismo, é demagogia e vai por aí a fora. Tem gente tão imbecil, tão ignorante, que ainda fala ‘o Bolsa Família é para deixar as pessoas preguiçosas porque quem recebe não quer mais trabalhar’”, disse. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome informou nesta sexta que o reajuste de cerca de 10% autorizado para o Bosa Família, principal programa de distribuição de renda do governo federal, terá um impacto de R$ 406 milhões no orçamento Para o presidente, "a ignorância é de tal magnitude que as pessoas pensam que um ser humano vai ganhar R$ 85 e vai deixar de ter perspectiva de ganhar os R$ 616 que a Mônica [uma das formandas] vai ganhar tendo um trabalho decente". "As pessoas que pensam que o Bolsa Família é isso são as mesmas que acham que o cara mora num barraco na favela porque quer, que o povo é pobre porque é vagabundo porque não quer trabalhar, estudar. Ou seja, essa forma simplista de ver as coisas, não permite sequer que esse ignorante lembre que o país é dividido entre as pessoas que tiveram oportunidade e as que não tiveram oportunidade", disse o presidente. Sem diploma Durante o discurso, o presidente chegou a chorar ao falar sobre a sua trajetória aos formando. Segundo Lula, o país "dá uma lição ao mundo" por ter levado à Presidência um presidente e um vice que não têm diploma universitário. "Pela primeira vez, na história do Brasil e não sei se na história do mundo, o Brasil tem um presidente da República e um vice-presidente da República que não tem diploma universitário. Nem eu, nem o José Alencar somos doutores", disse. Ele ressalvou, no entanto, que "o fato de o Brasil ter o José Alencar e eu na Presidência não é convocação para as pessoas não estudarem. Pelo contrário, todos têm que estudar cada vez mais." Congresso Ao saudar os deputados presentes à cerimônia no início do discurso, Lula também defendeu o Congresso, sem citar os senadores. "Não poderia deixar de reconhecer na frente de todos vocês que estão aqui, os deputados que tem nos ajudado. Muita gente fala do Congresso, mas a verdade é que se a gente for pegar perdas e danos, o país ganhou muito mais com a atuação dos deputados do que perdeu. E sobretudo o governo que teve todos os projetos importantes aprovados", disse.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Quem sou eu, onde estou, o que estou fazendo?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (30), que não cabe a ele decidir sobre a permanência do presidente do Senado, José Sarney, no cargo. “Não é problema meu. Eu não votei para eleger Sarney presidente do Senado, nem votei no Sarney no Maranhão, nem votei no Temer, nem votei no Arthur Virgílio. Votei nos senadores de São Paulo. Quem tem que decidir se ele continua presidente do Senado é o Senado, não sou eu", afirmou Lula.
Ao ser questionado sobre a divisão dentro do PT em relação à permanência de Sarney no cargo, Lula respondeu: "Faz três anos que eu não participo das reuniões do partido. Vocês devem ligar para o [Ricardo] Berzoini, (presidente do PT), para saber como o partido está vendo essa divisão."

A arte

Estive pensando em muitas coisas esses dias. Não apenas na vida, mas também em qual sentido nós damos a ela. O que buscamos, o que queremos. Estamos sempre querendo alguma coisa, não pelo simples mérito de querer, mas pela busca contínua de nós mesmos. Esse eterno recomeço que é cada dia que nasce.
Pois bem. Por isso pensei na arte. Não, por favor, não vou definir arte, cultura, nada disso. Não tenho gabarito para tal situação. Mas nas possibilidades que a arte permite à vida de qualquer ser humano. E também as limitações e narcisismos que a mesma impõe. Cruel e sanguinária, alguns artistas deixam mesmo a oferecer. Ficam suas obras, mas o narcisismo com que conduzem tais ações é lamentável.
Entrevistei artistas esses dias. De vários setores. E creio que somente a arte, realmente pode redimir e aproximar os homens, torná-lo mais humano, ou melhor, talvez mais próximo do divino.
E foi então que me lembrei do filme "O Sétimo Selo" do Bergman. Ninguém foi poupado. Só os artistas, que eram circenses. Com uma fotografia maravilhosa, Bergman nos põe cara a cara com aquilo que nos torna iguais aos outros: a morte.
só a morte é capaz de nos mostrar que ricos, pobres, artistas ou não, qualquer que seja a nossa condição, ficaremos iguais.
E não sei, isso me fez refletir sobre as mesquinharias que tomamos como caminho na vida. Quem queremos por perto e quem não queremos. Quem a gente sabe que nos quer e quem não nos quer.
E no tanto que esse mundo gira, dá voltas imensas e nos coloca cara a cara com os nossos medos, mesquinharias, nossas misérias humanas.
divagações mesmo.
enfim. sempre é bom quando chove. Sempre.
morte e arte.
mo - rte
a - rte estranhamente, se eu fosse uma grande poeta, daria pra brincar com as palavras morte e arte.
não não. não tenho veia artística para tal.
deixe com quem entende.
- alô, Leminski?
- putz, Lídia...diga aí.
- tudo certo?
- certo? onde?
- sei lá onde...! onde você tá?
- e eu que vou saber?
- enfim, quer brincar com essas palavras?
- quais?
- ei, não tá lendo o blog não? arte e morte.
- ah tá, vi agora.
- e então?
- não estou no espírito para tal.
- sério? caramba...estava confiando que ia fazer algo.
- "arte, morte, marte, sorte".
- aeee....tá vendo?
- o quê?
- vixi...tá longe hoje, hein Leminski?
- Nem me fale, guria...
- enfim, vou desligar então. nos falamos outra hora.
- certo certo...ei, fiquei sabendo que visitou a casa do Haroldo?
- Ah, sim...lugar lindo a Casa das Rosas.
- "a morte ser/ em ar tecer"
- Grande Leminski!
- Guria, fui...depois conversamos...
- Beijos

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cultura em cartão

E eis que não me aguento. Mas essa notícia também me pegou de surpresa. Não pela iniciativa, mas pelos dados do IBGE também. Atenção:
Governo lança Vale-Cultura para incentivar a demanda cultural O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou em São Paulo o Vale-Cultura. Acompanhado pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, o governo tem na proposta sua grande aposta para incentivar a demanda cultural e combater as críticas de que se investe muito em produção para um grande público sem acesso a bens culturais. "Estamos superando o padrão atual em que o aporte de dinheiro é quase que exclusivamente da produção e quase sempre com recursos a fundo perdido. Passaremos aos poucos a estimular o consumo e ver a sustentabilidade em todo o sistema econômico da Cultura", disse Ferreira durante o lançamento. O Vale-Cultura é concebido nos moldes de um benefício trabalhista, a grosso modo como um vale alimentação. Com o cartão, os beneficiados poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais. O saldo do cartão é de até R$ 50 mensais e as empresas que concederem o benefício poderão deduzir até 1% do imposto devido. O valor do cartão vai levar em conta o orçamento familiar do trabalhador, segundo a proposta. Como um exemplo, trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos arcarão com, no máximo, 10% do valor (R$ 5). Segundo estimativas do Ministério da Cultura, o vale pode aumentar em até R$ 600 milhões por mês ou até R$ 7,2 bilhões ao ano o consumo cultural no país. IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que apenas 14% da população brasileira vai ao cinema regularmente, 96% não frequenta museus, 93% nunca foi a uma exposição de arte e 78% nunca assistiu a um espetáculo de dança.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Por Deus, por El Rei e pelo pobre gato

Estou no trabalho, com um monte de coisas por fazer. Mas enfim, isso merece uma observação de todos nós. Que paremos para pensar o que vai ser esse mundo daqui pra frente.
Porque como diria o vô Orlando, do Mundo da Lua, "esse mundo está perdido".
'De hoje em diante, meu foco é a política. Vou virar deputado', diz Kleber Bambam Vencedor do primeiro BBB anuncia que vai ingressar na carreira política
Depois de Mulher Melão, é a vez de Kleber Bambam anunciar que vai ingressar na carreira política. Durante a inauguração do restaurante Madashi, nesta terça-feira, 21, em São Paulo, o ex-BBB falou do seu novo objetivo. "De hoje em diante, meu foco é a política e vou virar deputado. Estou estudando ainda se vai ser federal ou estadual e ouvindo algumas propostas para ver por qual partido vai ser", disse. "Já vivi os dois lados da moeda: o lado ruim e o lado bom. Vou focar o esporte, a saúde, a educação. Já estou montando minha equipe e daqui um mês vai estar tudo formalizado", falou sobre suas metas na política. Bambam pretende usar sua popularidade no reality show para sua nova carreira. "Vai ser uma oportunidade que eu vou ter, porque agora eu devo ao povo. Eles votaram em mim para eu ganhar o Big Brother, é uma troca, agora é hora de eu ajudar", afirmou. "Já pode lançar que eu vou vir como deputado e com força total", completou otimista.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa......!
por favor....

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Campanha "Senado Faça o seu Bigode"

Bem, ontem conversávamos, Laura, Marina, eu e grande Conrado sobre amenidades e coisas da vida. Conrado está barbado agora. Deixou o cabelo crescer. Um rebelde. Então que chegamos à conclusão de que o Conrado deveria cortar o cabelo e aparar a barba, deixando apenas o bigode. Nada mal para ele. Daí ele me contou da campanha: "Só farei o meu bigode quando o Senado fizer o dele". Depois de boas gargalhadas, presto aqui minha homenagem e solidariedade à campanha. Acredito que grandes nomes da música, cinema e desenho também fariam seu bigode se o Senado brasileiro fizesse o dele.

George

You're asking me will my love grow
I don't know, I don't know
You stick around now it may show
I don't know, I don't know
yeah yeah

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Encontros e acasos

Hoje fui fazer uma matéria sobre um projeto de exibição de filmes para a terceira idade. Foi extremamente interessante conversar com tantas pessoas que têm tanta experiência. O clássico da sessão: Sissi, parte 1. Filme dos anos 50 que adoro também. Havia uma maioria de adultos, senhores, mas também crianças em busca de algo novo. Entre outras falas: "ah, antigamente os filmes eram mais românticos, tinham menos recursos, mas os atores se esforçavam mais", "é muito bom vir aqui, a gente relembra nossos tempos", disse uma das senhoras que tinha um dos sorrisos mais fáceis que já vi. e a reclamação: "como é que pode o cinema ser aqui em cima? eu não consigo mais subir escadas", disse uma aposentada. e é uma verdade. lugar acessível seria extremamente importante. mas eles me ensinaram que quando a gente quer mesmo, não há obstáculos. uma das senhoras saiu sem almoçar para dar tempo de chegar à sessão que começava às 14 horas. "Ah, vale à pena né?", disse sorrindo, relembrando os velhos tempos. Enfim, uma tarde maravilhosa. Só por essa já teria sido bom. mas teve mais. Saímos do cinema, o alexandre (que é um dos maiores fotográfos que eu tive o prazer de conhecer, um grande e admirável amigo) e eu e fomos conversando até o carro do jornal. entre uma conversa e outra, havíamos falado que as coisas não acontecem por acaso: - alê, já percebeu que quando estamos com pressa de carro, sempre tem um senhor que mal exenga no carro da frente, dirigindo a dois por hora? rs - ah, sim. mas sabe que isso eu nem me importo mais? nada é por acaso, figurinha. e fomos em direção ao jornal. ao passarmos na Avenida, avistamos um senhor numa bicicleta. na magrela escrito "missionário da paz". na verdade, iríamos por uma rua para o jornal, mas por acaso fomos por outra e nos deparamos com esse ser humano. - e aí, alê? o que é isso? vamos atrás fazer uma matéria? - você que sabe, figurinha. fechamos ele ali na frente e conversamos então. e foi assim. descemos do carro. - oi, somos do jornal. eu sou a Lídia, esse é o Alexandre. - Prazer. - Escuta, quem é o senhor? de onde vem e para onde vai? foi aí que recebi a lição do dia. José Ferreira da Silva, 56 anos, há 12 na bicicleta viajando por toda a América (do norte, central e sul) para pagar a promessa que fez: "se meu pai voltasse a andar, eu prometi que ia andar por todo o mundo". E não é o que o baiano criado em fortaleza está conseguindo? - sabe, o que eu mais tenho é fé. andei pelo mundo todo e ainda vou para a Europa. isso não é pouca coisa. aprendi muito e com essa minha bicicleta (toda equipada com bandeira, cabana e etc) eu conheci histórias e vida. sei falar três linguas e meu maior sonho é poder abraçar o meu pai daqui a 5 anos, quando eu terminar essa viagem e chegar em Fortaleza. - se sente um herói, Sr. José? - não sei se sou para os outros, mas para o meu pai eu sou. e é isso que importa. Fé e vontade. Loucura? talvez um pouco. mas tenho certeza que ele já viu mais por e nascer do Sol do que qualquer um de nós. E pelo brilho dos olhos, também estava muito feliz. Que muitos de nós. acredito que mais do que exterior, ao mundo, a viagem do Sr. José é interna, consigo mesmo e com sua fé. já fazia mais de uma semana que estava em Marília. e as lições veem assim. quando a gente menos espera e quando abaixamos o vidro do carro. e nos abrimos para o mundo. dos outros e nosso mesmo.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

The Beatles

There's nothing you can do that can't be done
Nothing you can sing that can't be sung
Nothing you can say, but you can learn how the play the game
It's easy

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Dos bombons de banana e bicicleta

Éramos em mais ou menos cinco pessoas em casa. Eu, a maiorzinha, tinha sete anos. O resto vinha em escadinha. Morávamos numa casa pequena, apenas dois quartos, um banheiro, sala e cozinha. Era tudo muito simples, mas nunca nos faltou nada. Quanto eu tinha essa idade, um dia disse para minha mãe que queria chamar os amiguinhos e fazer um amigo secreto. Nessa época, papai já trabalhava muito, mas o salário não era alto. Tínhamos pouca coisa, nada de luxo. Mas sempre tinha história pra contar na rede e gibi no sebo aos domingo. Era muito bom. Então que decidi, com 7 anos fazer o amigo secreto. Mamãe pegou a bicicleta, que era o que tínhamos na época para transporte de todos em casa, e foi comprar algumas coisas no mercado. E a festinha começou. Mamãe chegou com duas sacolas penduradas no guidão da bicicleta, uma com suco em pó e outra com milho de pipoca. Era só isso que dava pra festinha. E então que os amiguinhos começaram a chegar. Meus irmãos eram quase bebês e ficavam pra lá e pra cá sem saber o que estava acontecendo. Ganhei uma caixa de bombons. A gente quase nunca tinha caixa de bombons em casa. não era justo eu, com sete anos, dois irmãos, sem carro e vendo o esforço dos meus pais, comer a caixa de bombons sozinha. mas era o que eu queria fazer. era simplesmente tudo ver uma caixa de bombons inteirinha, pra mim. Mas no jantar abri a caixa. Na mesa. O correto seria dividir com todos. Mamãe pegou um. Não me lembro qual. Meus irmãos nem sabiam o que era aquilo direito. Mas o meu pai disse que não gostava de bombom. Não acreditei naquilo. Como alguém pode não gostar de bombom? insisti. ele pegou um de banana. o mais ruinzinho da caixa. E disse que adorava aquele, que o de banana e o de ameixa eram os melhores. Nunca entendi isso. para mim, eram os piores. até que um dia, depois de muitos anos o vi comendo um bombom sonho de valsa, se deliciando com o doce. Mas, como assim? não eram os de banana os preferidos? sim, na época eram. daí sobrariam os de sonho de valsa pra mim. se alguma coisa ficou disso é que mais do que presentes de amigos secretos, o que valeu foi ter o presente de haver convivido com o verdadeiro valor real das coisas: o amor, a generosidade. talvez seja isso que faça com que seres humanos se deparem que mais do que ganhar milhões e ter um corpo perfeito o mais importante mesmo é ser ser humano. ser verdadeiro. e desse dia em diante soube que os bombons podem ter o sabor que for, mas o mais gostoso vai ser o sabor dos olhos do outro, de quem está devorando não apenas um bombom, mas um amor incondicional.